Projeto Rondon Esportivo


O Projeto Rondon foi criado em 1967 e durante as décadas de 1970 e 1980, permaneceu em franca atividade, tornando-se conhecido em todo Brasil. No final dos anos noventa, o Projeto deixou de receber prioridade no Governo Federal, sendo extinto em 1989. Em 2005, já com uma nova roupagem, o Projeto Rondon voltou a figurar na pauta dos programas governamentais, sendo atribuída a sua coordenação ao Ministério da Defesa. Hoje, o Projeto encontra-se em processo de consolidação, com uma procura cada vez maior pelas universidades e pelos universitários.



O Principal objetivo do Projeto Rondon é promover a integração social envolvendo a participação voluntária de Universitários na busca de soluções que contribuam para o desenvolvimento sustentável de comunidades carentes e ampliem o bem-estar da população. 

Os Rondonistas, como são chamados os professores e estudantes universitários que participam do Projeto, realizam atividades concentradas nas áreas de comunicação; cultura; direitos humanos e justiça; educação; meio ambiente; saúde; tecnologia e produção e trabalho.

  Em cada município são designadas duas instituições de ensino superior – IES para desenvolverem atividades que variam de acordo com o planejamento de cada equipe. Normalmente os Rondonistas se utilizam de palestras, oficinas, workshops ou outras formas de exposição para realizar a troca de conhecimento. 

Em parceria com Instituições de Ensino Superior (IES) e com o Projeto Rondon, o Comitê de Planejamento Operacional (CPO) dos 5º Jogos Mundiais Militares reuniu universidades interessadas em participar na organização da competição. Denominada Projeto Rondon Esportivo, essa parceria é uma oportunidade única para os jovens universitários vivenciarem o dia a dia de uma mega competição esportiva, que deverá contar com mais de 6 mil atletas de cerca de 110 países.

São 16 universidades cadastradas no Projeto Rondon Esportivo. Os alunos dessas universidades atuarão como Rondonistas nos Jogos Militares na área de atuação correspondente com a sua graduação, por isso não participam do processo seletivo realizado com os voluntários. Vale lembrar que o processo de seleção comum não garante a atuação na sua área de formação. Excetuando esse ponto não haverá distinção quanto a Rondonistas e Voluntários durante os Jogos.

Os Rondonistas serão divididos em equipes, cada uma com até 30 alunos e um professor da própria IES responsável, que ao final do evento deverá montar um relatório sobre a atuação como voluntário, assim como é feito no Projeto Rondon.

Como aluno da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), estou inscrito no Projeto Rondon Esportivo e faço parte de uma das 3 equipes que a universidade montou. Já comecei com o Treinamento Geral no site do evento e essa semana acontecerá nossa segunda reunião sobre o projeto. Os professores responsáveis são treinados diretamente pela Organização do evento e estão a nossa disposição para sanar todo o tipo de dúvidas. Quanto à atuação dos alunos é algo que ainda está vago, pois não sabemos em qual parte haverá participação de voluntários, essa é uma dúvida que espero sanar na próxima reunião. Como aluno do Curso de Biomedicina, pretendo ficar na parte de Antidoping, isso se a atuação do voluntário for bem ativa nessa parte.

A cobertura do Blog nos Jogos Mundiais Militares não se restringirá somente a minha área de atuação, possivelmente teremos colaboradores atuantes na área de Jornalismo e Turismo.

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